E lá se foi mais um natal!
Ultimamente, fala-se muito do espírito de natal, ou melhor, fala-se da falta dele. Coisas da vida. Acho que as pessoas crescem e deixam de ver a magia toda à volta desta época. Mas isso não significa que ela não exista. Cá para mim, as pessoas andam a procurar no local errado. É bem mais simples do que aquilo que parece, pelo menos no meu ponto de vista. Parece-me que o problema pode ser mesmo procurar tanto. Eu não procurei nada e encontrei muita coisa nos últimos dias. E tenho a impressão de que isto não fica por aqui :)
terça-feira, 28 de dezembro de 2010
quarta-feira, 22 de dezembro de 2010
Ando numa onda de me sentir desafiada pela Sara :)
Aqui vai:
Última bebida: leite com chocolate
O QUE É MELHOR?
Aqui vai:
Última bebida: leite com chocolate
Última chamada telefónica: com a minha prima
Última sms: Pedro
Última musica que ouviste: Pearl Jam - Just Breathe
Última vez que choraste: na semana passada
ALGUMA VEZ:
Beijaste alguém e arrependeste-te? sim
Perdeste alguém especial? sim
Estiveste bêbado e vomitaste? sim
ESTE ANO TU...?
Fizeste um novo amigo: sim
Ficaste caído de amor (apaixonaste-te): sim!
Riste até chorar: muitas vezes
Descobriste quem eram os teus verdadeiros amigos: algumas vezes
Beijaste alguém da tua lista de amigos: talvez, isso é relativo
Tens algum animal de estimação: tive, já não tenho
O que é que fizeste nos teu ultimo aniversário: estive com pessoas importantes
O que é que fizeste nos teu ultimo aniversário: estive com pessoas importantes
O que estavas a fazer à meia-noite da noite passada: estava no pc a ver fotos, entre outras coisas
Diz algo pelo qual NÃO consegues esperar mais: não sei, mas o verão já voltava!
A última vez que viste a tua mãe: há meia hora ou coisa parecida
O que estás a ouvir neste momento: o silêncio do meu quarto
NESTE MOMENTO:
A comer: nada (já escovei os dentinhos)
A beber: nadaA comer: nada (já escovei os dentinhos)
Lábios ou olhos: olhos
Abraços ou beijos: um beijo que acabe num abraço
Mais velho ou mais novo: cada pessoa é uma pessoa
Romântico ou Espontâneo: espontaneamente romântico
Sensível ou espalhafatoso: sensível
RESPONDE SINCERAMENTE:
Cantaste hoje? hoje e sempre
Se pudesses voltar atrás no tempo, quanto tempo recuarias? nem um dia
Tens medo de te apaixonar? não, mas mesmo que tivesse... tarde demais :)
sexta-feira, 17 de dezembro de 2010
segunda-feira, 13 de dezembro de 2010
Fui desafiada pela Sarinha :)
7 Perguntas... 7 Respostas... 7 Blogs:
7 coisas que tenho que fazer antes de morrer:
7 Perguntas... 7 Respostas... 7 Blogs:
7 coisas que tenho que fazer antes de morrer:
- viajar
- perder o medo de falar em público
- viajar
- tirar um curso de fotografia
- ter filhos
- viajar
- aprender a tocar um instrumento
7 coisas que mais digo :
- "oupas"
- "a sério que...?"
- "num xeeei"
- "tipo"
- "mas"
- "é a vida"
- "pseudo"
7 coisas que faço bem:
- cozinhar (nem tudo, vá)
- tenho quase sempre intuição certa em relação às pessoas
- tomar iniciativa para ajudar os outros
- instalar os tinteiros lá de casa (upa, upa)
- dizer 'mal' da minha irmã (ainda bem que ela não lê este blog :D)
- pôr vírgulas ahah
- pedir mimo :$
7 defeitos :
- orgulhosa
- conformista
- pouco auto-confiante
- distraída
- preguiçosa
- tenho dificuldade em dizer o que penso/sinto
- extremamente sensível (mesmo que nem sempre pareça)
7 qualidades :
Não tenho uma lista de sete blogs, mas sintam-se desafiados :P
- sorriso fácil (será que é mesmo uma qualidade?)
- perdoo facilmente
- compreensiva
- boa memória
- gosto de mimar as pessoas de quem gosto
- sou boa ouvinte
- adoro rir e fazer rir
Não tenho uma lista de sete blogs, mas sintam-se desafiados :P
quinta-feira, 25 de novembro de 2010
sábado, 20 de novembro de 2010
sábado, 13 de novembro de 2010
Não, ainda não morri. Muito pelo contrário, acho que nasceu outra pessoa dentro de mim. (às vezes sinto que sou bipolar)
("eu não era assim")
Ultimamente, tenho vontade de chorar pela coisa mais simples do mundo.
("eu não era assim")
Ultimamente, ofendo-me e fico magoada com a maior facilidade do mundo.
("tu não eras assim")
Ultimamente, revolto-me com aquilo que me incomoda. Já não sei mais o que é ignorar.
("tu não eras assim")
Não, ainda não me adaptei a toda a felicidade acumulada dentro de mim.
Acho que é isso. Tenho uma maneira estranha de reagir à tua existência.
("eu não era assim")
Ultimamente, tenho vontade de chorar pela coisa mais simples do mundo.
("eu não era assim")
Ultimamente, ofendo-me e fico magoada com a maior facilidade do mundo.
("tu não eras assim")
Ultimamente, revolto-me com aquilo que me incomoda. Já não sei mais o que é ignorar.
("tu não eras assim")
Não, ainda não me adaptei a toda a felicidade acumulada dentro de mim.
Acho que é isso. Tenho uma maneira estranha de reagir à tua existência.
quarta-feira, 20 de outubro de 2010
Reparei que, ultimamente, quase só escrevo aqui ao fim de semana (ou em dias próximos a ele). Isso explica que este blog esteja muito negativo, apesar do meu estado de espírito andar [quase*] perfeito. Há dias em que até me apetece cantar e dançar no meio da rua. Dias utéis da semana, lá está.
*nunca nada está perfeito, mas algumas coisas, quando perdem perfeição, perdem também importância e saltam para fora da balança.
domingo, 17 de outubro de 2010
segunda-feira, 11 de outubro de 2010
terça-feira, 28 de setembro de 2010
sábado, 25 de setembro de 2010
sábado, 18 de setembro de 2010
quarta-feira, 8 de setembro de 2010
terça-feira, 7 de setembro de 2010
Ficar fechada em casa muito tempo faz-me mal. Deixa-me insuportável, com humor de cão.
(Sim, eu também sei ficar com humor de cão.)
Fui feita para andar ao sol e à chuva.
Para ver as pessoas e as ruas.
Os velhinhos a ler nos jardins.
As pombas a voar depois de eu correr na direcção delas.
As crianças a rir e a correr de um lado para o outro.
Encher-me de gelados no verão.
Ou chocolates quentes no inverno.
Ficar fechada em casa muito tempo dá-me tempo para pensar. E quando eu estou com humor de cão, os meus pensamentos são estranhos, por vezes chegam a ser feios até.
Ficar fechada em casa muito tempo dá-me tempo para ter saudades tuas. E quando tenho saudades tuas, não me apetece fazer nada.
Estou fechada em casa há dois dias, preciso urgentemente que me raptem!
(Sim, eu também sei ficar com humor de cão.)
Fui feita para andar ao sol e à chuva.
Para ver as pessoas e as ruas.
Os velhinhos a ler nos jardins.
As pombas a voar depois de eu correr na direcção delas.
As crianças a rir e a correr de um lado para o outro.
Encher-me de gelados no verão.
Ou chocolates quentes no inverno.
Ficar fechada em casa muito tempo dá-me tempo para pensar. E quando eu estou com humor de cão, os meus pensamentos são estranhos, por vezes chegam a ser feios até.
Ficar fechada em casa muito tempo dá-me tempo para ter saudades tuas. E quando tenho saudades tuas, não me apetece fazer nada.
Estou fechada em casa há dois dias, preciso urgentemente que me raptem!
domingo, 5 de setembro de 2010
sábado, 4 de setembro de 2010
sexta-feira, 3 de setembro de 2010
quinta-feira, 2 de setembro de 2010
Hoje acordei às 8h. Estava deitada em cima da cama por abrir, com a mesma roupa que usei ontem à noite. Lembrei-me então de que ontem tinha chegado a casa e me tinha literalmente atirado para a cama. Adormeci com as sapatilhas nos pés e com o telemóvel na mão. Não pus o despertador, mas acordei às 8h. Gostava de fazer isto mais vezes. Não gosto do ritual de ser "obrigada" a vestir o pijama e fazer muitas outras coisas antes de adormecer. Gosto de sentir sono e poder dormir logo.
Provavelmente, isso explica que eu goste de me deitar no chão do meu quarto, de comer no sofá, de lavar os dentes enquanto passeio pela casa, de andar descalça ou de jantar uma tigela cheia de leite e cereais.
Provavelmente, isso explica que eu goste de me deitar no chão do meu quarto, de comer no sofá, de lavar os dentes enquanto passeio pela casa, de andar descalça ou de jantar uma tigela cheia de leite e cereais.
Para além de tudo isto, gosto bastante de dormir. Por isso, hoje, quando acordei às 8h, limitei-me a ir ao quarto de banho. Depois voltei a adormecer. (Desta vez, sem sapatilhas.)
quarta-feira, 1 de setembro de 2010
Acontecem muitas coisas estranhas na minha vida. Ou melhor, acontecem coisas que deveriam ser normais, mas que se tornam estranhas.
Desde sempre, tenho muito medo de ser mal interpretada. É uma coisa fácil de acontecer e que me incomoda bastante, o que me leva a pensar que, apesar de estar sempre a afirmar o contrário, aquilo que os outros pensam de mim é relevante. Mas apenas se esses "outros" forem pessoas importantes, claro.
Mas mais do que tudo isto, incomoda-me a desilusão, ou o simples risco de a sofrer. Fui crescendo a ouvir conversas que me faziam perceber que todas as pessoas do mundo de quem eu gostava tinham defeitos. Por isso, aprendi a não esperar muito de ninguém. Só se desilude quem um dia se iludiu. Mas acho que nem sempre soube fazer isso. Há alturas em que o coração fala mais alto do que a razão.
A parte boa de tudo isto chega com aquelas pessoas que nos surpreendem pela positiva, mesmo quando não esperávamos absolutamente nada delas.
P.s. Algumas certezas estão ainda mais fortes.
Desde sempre, tenho muito medo de ser mal interpretada. É uma coisa fácil de acontecer e que me incomoda bastante, o que me leva a pensar que, apesar de estar sempre a afirmar o contrário, aquilo que os outros pensam de mim é relevante. Mas apenas se esses "outros" forem pessoas importantes, claro.
Mas mais do que tudo isto, incomoda-me a desilusão, ou o simples risco de a sofrer. Fui crescendo a ouvir conversas que me faziam perceber que todas as pessoas do mundo de quem eu gostava tinham defeitos. Por isso, aprendi a não esperar muito de ninguém. Só se desilude quem um dia se iludiu. Mas acho que nem sempre soube fazer isso. Há alturas em que o coração fala mais alto do que a razão.
A parte boa de tudo isto chega com aquelas pessoas que nos surpreendem pela positiva, mesmo quando não esperávamos absolutamente nada delas.
P.s. Algumas certezas estão ainda mais fortes.
domingo, 15 de agosto de 2010
não gosto de fantasmas. têm a mania de se meter na nossa cabeça e não nos deixar pensar direito. não gosto dos fantasmas do passado, porque me fazem ter medo. mas não gosto, especialmente, dos fantasmas do presente, porque apesar do nome que lhes estou a dar, são demasiado reais. as coisas reais deixam nózinhos na garganta bem mais difíceis de eliminar.
quinta-feira, 12 de agosto de 2010
segunda-feira, 9 de agosto de 2010
domingo, 1 de agosto de 2010
Sempre tive dificuldade em arrumar as coisas velhas. Sempre tive medo de as mudar de lugar. E ainda mais medo de deitá-las no lixo. Mas, se não o fizer, sei que vão estar sempre lá a lembrar-me de momentos (e sentimentos) igualmente velhos e inúteis.
(Claro que algumas delas estarão sempre bem guardadas dentro de mim, bem pertinho de momentos bonitos e eternos. Mas essas nunca vou querer arrumar.)
Mas, depois, há aquelas coisas velhas que aparecem no momento errado, mas que, ao mesmo tempo, é o mais certo de todos. São aquelas que me fazem dar valor ao que tenho agora; que me fazem ter vontade de nunca chamar de velhas às coisas que agora são novas.
(Claro que algumas delas estarão sempre bem guardadas dentro de mim, bem pertinho de momentos bonitos e eternos. Mas essas nunca vou querer arrumar.)
Mas, depois, há aquelas coisas velhas que aparecem no momento errado, mas que, ao mesmo tempo, é o mais certo de todos. São aquelas que me fazem dar valor ao que tenho agora; que me fazem ter vontade de nunca chamar de velhas às coisas que agora são novas.
terça-feira, 27 de julho de 2010
quinta-feira, 22 de julho de 2010
às vezes as palavras de uma outra pessoa são como que um botão que faz rewind em toda a nossa vida. mesmo que essa pessoa não se aperceba do que fez, simplesmente por não saber que um pedaço da vida dela era tão idêntico com a nossa. com a minha, neste caso.
«« fiz rewind
fui assaltada por uma mistura estranha de coisas boas e más. e, de repente, lembrei-me de uma frase de uma amiga, mais ou menos há um ano atrás, que me disse que o melhor ano da minha vida iria acontecer quando tivesse vinte. acho que hoje posso dizer-lhe que tinha razão.
By the way, a Madeira é linda.
:)
«« fiz rewind
fui assaltada por uma mistura estranha de coisas boas e más. e, de repente, lembrei-me de uma frase de uma amiga, mais ou menos há um ano atrás, que me disse que o melhor ano da minha vida iria acontecer quando tivesse vinte. acho que hoje posso dizer-lhe que tinha razão.
By the way, a Madeira é linda.
:)
sexta-feira, 16 de julho de 2010
quarta-feira, 14 de julho de 2010
Irónico, irónico é quando chegamos onde queremos e depois, em vez de festejar, entramos em pânico com medo que tudo desabe.
O ser humano é, de facto, uma criatura estranha. Não está bem nem quando está bem. Fica assustado, em vez de aproveitar, e só se dá conta disso quando deixou de ter motivos para estar bem.
Vou chamar-lhe desperdício de felicidade. E aproveito para dizer que sou feliz e não pretendo desperdiçar nada.
O ser humano é, de facto, uma criatura estranha. Não está bem nem quando está bem. Fica assustado, em vez de aproveitar, e só se dá conta disso quando deixou de ter motivos para estar bem.
Vou chamar-lhe desperdício de felicidade. E aproveito para dizer que sou feliz e não pretendo desperdiçar nada.
sábado, 3 de julho de 2010
domingo, 27 de junho de 2010
Existem duas maneiras possíveis, para mim, de guardar certas coisas na nossa vida: dentro de nós ou de uma maneira mais visível e palpável. O quero dizer com isto é simples, podemos guardar palavras bonitas na nossa memória, ou podemos escrevê-las num papel; podemos recordar um momento quando fechamos os olhos e tentamos recuar no tempo, ou podemos olhar para uma fotografia. (Eu sou a favor de fazer as duas coisas simultaneamente)
Os papéis ou fotografias... usamo-los como provas da existência de algo. Não tenho nada contra eles, muito pelo contrário, mas estou a escrever isto porque hoje fiz uma descoberta bonita.
Quando comecei a remexer em tudo o que estava no quarto olhei para os objectos e apercebi-me de que alguns descrevem coisas que já não existem dentro de mim, enquanto outros não precisariam de existir para eu ter a certeza da existência daquilo que descrevem. E por que é que isto é bonito? Não sei, mas eu gosto.
Portanto, vou arrumar de vez aquilo que já não existe verdadeiramente; não quero iludir ninguém com aparências.
sábado, 26 de junho de 2010
Sempre me pareceu estranha a sensação de olhar para um trabalho acabado de imprimir. São horas e horas da nossa vida condensadas em meia dúzia de páginas. (Isto deve ser o mesmo tipo de sensação que um cantor tem depois de acabar de gravar um disco.)
Anyway... à medida que os trabalhos e exames vão passando eu fico um pouquinho menos sufocada. É uma contagem decrescente lenta, mas que acaba por passar.
Já faltou mais para o verão ser verdadeiramente verão! :)
Anyway... à medida que os trabalhos e exames vão passando eu fico um pouquinho menos sufocada. É uma contagem decrescente lenta, mas que acaba por passar.
Já faltou mais para o verão ser verdadeiramente verão! :)

sexta-feira, 25 de junho de 2010
domingo, 20 de junho de 2010
Não gosto dos domingos. Na maior parte das vezes não me servem para nada. Especialmente nesta altura do ano. Raramente saio de casa. Penso sempre que se tenho de estudar (e tenho mesmo muito!), então não posso sair. O problema é que os domingos nunca são favoráveis ao estudo. Durmo até à hora do almoço e fico ainda mais preguiçosa. Acabo por pegar nos livros, mas no segundo parágrafo já estou a olhar para o relógio e a pensar que nunca mais chega a hora de lanchar, só para me levantar um bocadinho. Levanto-me, lancho antes de ter fome e demoro anos a voltar a sentar-me. No final do dia começo a ficar com peso na consciência, porque, mais uma vez, desperdicei um domingo inteiro a não fazer nada de útil.
sexta-feira, 18 de junho de 2010
É bom ver como algumas das coisas continuam iguais e no mesmo lugar, mesmo depois de tanto tempo.
Hoje vi Penafiel com a luz da manhã.
Hoje olhei para o caminho que fazia a pé todos os dias.
Hoje tive saudades de ter 16 anos e de estudar Biologia.
Mas hoje não estudei Biologia. Nem Matemática ou Química. Hoje sentei-me naquelas mesmas mesas e tirei da mochila os meus apontamentos que diziam Línguistica de Texto.
Hoje vi Penafiel com a luz da manhã.
Hoje olhei para o caminho que fazia a pé todos os dias.
Hoje tive saudades de ter 16 anos e de estudar Biologia.
Mas hoje não estudei Biologia. Nem Matemática ou Química. Hoje sentei-me naquelas mesmas mesas e tirei da mochila os meus apontamentos que diziam Línguistica de Texto.
quarta-feira, 16 de junho de 2010
domingo, 13 de junho de 2010
quinta-feira, 10 de junho de 2010
A Joana acha que hoje o Pedro está triste.
A Joana acha que hoje a Daniela está com TPM (para os menos entendidos, Tensão Pré Menstrual).
No entanto, a Joana tem sérias dificuldades em definir como é que ela própria está...
A Daniela não sabe por que é que este blog lhe pertence e, no entanto, esta mensagem foi escrita pela Joana.
A Daniela acha que vai estudar.
A Joana acha que hoje a Daniela está com TPM (para os menos entendidos, Tensão Pré Menstrual).
No entanto, a Joana tem sérias dificuldades em definir como é que ela própria está...
A Daniela não sabe por que é que este blog lhe pertence e, no entanto, esta mensagem foi escrita pela Joana.
A Daniela acha que vai estudar.
sábado, 5 de junho de 2010
terça-feira, 1 de junho de 2010
A minha vida é mais ou menos como a minha estante de livros.
Quando começo a preencher as diferentes prateleiras tenho cuidado para deixar tudo organizado no sítio, mas pouco tempo depois acabo por me deixar ir pela minha tendência para ser desleixada e fica tudo uma confusão. Normalmente, a solução que arranjo passa por pegar em toda a "tralha", juntá-la e pô-la toda numa só prateleira. Acabo por disfarçar a desarrumação, mas aquele cantinho fica um caos.
Socorro, as aulas estão a acabar e a prateleira da minha vida correspondente ao estudo foi a vítima desta vez.
(espero que, desta vez, para conseguir arrumar esta não seja preciso estragar outra)
Quando começo a preencher as diferentes prateleiras tenho cuidado para deixar tudo organizado no sítio, mas pouco tempo depois acabo por me deixar ir pela minha tendência para ser desleixada e fica tudo uma confusão. Normalmente, a solução que arranjo passa por pegar em toda a "tralha", juntá-la e pô-la toda numa só prateleira. Acabo por disfarçar a desarrumação, mas aquele cantinho fica um caos.
Socorro, as aulas estão a acabar e a prateleira da minha vida correspondente ao estudo foi a vítima desta vez.
(espero que, desta vez, para conseguir arrumar esta não seja preciso estragar outra)
sábado, 22 de maio de 2010
Estamos constantemente a fazer as mesmas coisas. Acordamos na mesma cama, tomamos banho na mesma banheira, usamos a mesma escova de dentes, os mesmos cremes, os mesmos perfumes.... saímos pela mesma porta e vamos dar à mesma rua. Entramos no mesmo autocarro e saímos na paragem de sempre. A nossa vida, por mais imprevisível que seja, tem sempre uma rotina.
Mesmo assim, quando hoje, ao fim da tarde, passei pela mesma rua de sempre pus-me a pensar. Já vi aquelas montras e pisei aquele chão centenas de vezes. Mas, em cada uma dessas vezes, eu era uma pessoa diferente. Em algumas das vezes estava feliz, nas outras poderia até estar triste. Habitualmente estava com pressa, mas muitas vezes poderia até estar a desfrutar e a passear lentamente. Sei que muitas das vezes me perdi a imaginar(-me) mil e uma coisas. Sei até que naquela rua já me senti a pessoa mais feliz do mundo; no mesmo sitio onde também já me apeteceu chorar.
A verdade é que cada momento da nossa vida, por mais insignificante que seja, é irrepetível. E pensar assim dá-me uma vontade ainda maior de ser feliz todos os dias.
Mesmo assim, quando hoje, ao fim da tarde, passei pela mesma rua de sempre pus-me a pensar. Já vi aquelas montras e pisei aquele chão centenas de vezes. Mas, em cada uma dessas vezes, eu era uma pessoa diferente. Em algumas das vezes estava feliz, nas outras poderia até estar triste. Habitualmente estava com pressa, mas muitas vezes poderia até estar a desfrutar e a passear lentamente. Sei que muitas das vezes me perdi a imaginar(-me) mil e uma coisas. Sei até que naquela rua já me senti a pessoa mais feliz do mundo; no mesmo sitio onde também já me apeteceu chorar.
A verdade é que cada momento da nossa vida, por mais insignificante que seja, é irrepetível. E pensar assim dá-me uma vontade ainda maior de ser feliz todos os dias.
domingo, 16 de maio de 2010
sexta-feira, 14 de maio de 2010
quinta-feira, 6 de maio de 2010
quarta-feira, 28 de abril de 2010
quinta-feira, 22 de abril de 2010
segunda-feira, 19 de abril de 2010
«Diz-me que vais guardar e abraçar
tudo o que eu te dei
Mesmo que a vida mude os nossos sentidos
e o mundo nos leve pra longe de nós
e que um dia o tempo pareça perdido
e tudo se desfaça num gesto só
Eu vou guardar cada lugar teu
ancorado em cada lugar meu
e hoje apenas isso me faz acreditar
que eu vou chegar contigo
onde só chega quem não tem medo de naufragar»
tudo o que eu te dei
Mesmo que a vida mude os nossos sentidos
e o mundo nos leve pra longe de nós
e que um dia o tempo pareça perdido
e tudo se desfaça num gesto só
Eu vou guardar cada lugar teu
ancorado em cada lugar meu
e hoje apenas isso me faz acreditar
que eu vou chegar contigo
onde só chega quem não tem medo de naufragar»
domingo, 11 de abril de 2010
(Próxima paragem: Cête)
Mais um fim de tarde contigo. Olho para ti muitas vezes. Não porque haja algo de errado com a tua cara. (Na verdade, gosto de cada milímetro quadrado dela.) Olho-te com medo de que um dia desapareças. Fixo-te e tento absorver cada traço teu, cada pormenor. E desejo estender a minha mão e tocar-te. Mas raramente o faço. Não me pertences, e eu não percebo porquê. Logo eu que sempre sonhei com o meu mundinho simples e bonito… até ao dia em que apareceste e me viraste ao contrário. Será que te apercebes de tudo o que passa na minha cabeça quando sorris? Será que sabes que ouvir a tua gargalhada me faz feliz? (Pena que não estejas sempre a rir…)
Todas as parvoíces que inventámos e fizemos juntos… não sei se consigo imaginar-me sem elas agora. Provavelmente desapareceria metade daquilo que eu sou. Assustador, não é? Penso muitas vezes em quem seria eu se nunca nos tivéssemos cruzado. Ou se fosses simplesmente uma pessoa a quem eu diria «bom dia» ou «boa tarde» ocasionalmente. Sei que não sentiria a tua falta, pois só se sente falta daquilo que temos ou já tivemos. Será que te tenho como quero? Não, nem de longe. A esta pergunta ainda sei responder. Será que alguma vez serás aquilo que imagino todos os dias? Cada vez mais acredito que não. E cada vez mais penso que um dia vou acabar por desistir, apesar da falta de coragem que sempre tive para o fazer. Mas eu não sou de ferro e um dia vou cansar-me de suspirar por ti.
Mais um fim de tarde contigo. Olho para ti muitas vezes. Não porque haja algo de errado com a tua cara. (Na verdade, gosto de cada milímetro quadrado dela.) Olho-te com medo de que um dia desapareças. Fixo-te e tento absorver cada traço teu, cada pormenor. E desejo estender a minha mão e tocar-te. Mas raramente o faço. Não me pertences, e eu não percebo porquê. Logo eu que sempre sonhei com o meu mundinho simples e bonito… até ao dia em que apareceste e me viraste ao contrário. Será que te apercebes de tudo o que passa na minha cabeça quando sorris? Será que sabes que ouvir a tua gargalhada me faz feliz? (Pena que não estejas sempre a rir…)
Todas as parvoíces que inventámos e fizemos juntos… não sei se consigo imaginar-me sem elas agora. Provavelmente desapareceria metade daquilo que eu sou. Assustador, não é? Penso muitas vezes em quem seria eu se nunca nos tivéssemos cruzado. Ou se fosses simplesmente uma pessoa a quem eu diria «bom dia» ou «boa tarde» ocasionalmente. Sei que não sentiria a tua falta, pois só se sente falta daquilo que temos ou já tivemos. Será que te tenho como quero? Não, nem de longe. A esta pergunta ainda sei responder. Será que alguma vez serás aquilo que imagino todos os dias? Cada vez mais acredito que não. E cada vez mais penso que um dia vou acabar por desistir, apesar da falta de coragem que sempre tive para o fazer. Mas eu não sou de ferro e um dia vou cansar-me de suspirar por ti.
Não te percebo. E isso é o que mais me incomoda. Tento convencer-me de que tu tens boas razões para fazeres isto comigo. Repito-o várias vezes na minha cabeça para não me ir esquecendo à medida que o dia vai passando. Mas há sempre o dia em que acordo atrasada e me esqueço de relembrar isso logo de manhã. E depois é tarde demais, quando dou por mim já estou a dizer que te odeio. (Apesar de ter consciência de que me é impossível odiar-te.) Fico irritada e com vontade de chorar. Magoo-me mais um bocadinho. (Nada a que não esteja habituada.) Junto mais umas lágrimas à colecção e sigo em frente. Tenho de seguir… não sei ser uma pessoa triste. Nem sei se tenho o direito de o ser, com tanta coisa boa que tenho na minha vida.
Tens medo daquilo que poderia dar-te? Sempre que me aproximo demasiado, sinto que te assustas e foges de mim. Como se houvesse entre nós uma «distância de segurança». Se pelo menos soubesses o quanto eu gostava que ultrapassasses essa distância e chocasses contra mim. Mas será que não sabes mesmo? Por que é que só para ti é que isto tudo não parece óbvio? Por que é que finges que não reparas na minha cara sempre que me abraças? Não percebes que quero ficar agarrada a ti?
quinta-feira, 8 de abril de 2010
sábado, 3 de abril de 2010
Eu nem sei o que pensar, o que sentir, o que fazer. Tenho a cabeça a andar à roda. Ela diz que eu não era assim, que estou diferente. Não percebo porquê, não queria mudar nada em mim. Mas talvez seja verdade.
Está tudo tão confuso dentro de mim. Não sei para que lado quero ir. Tenho medo de estar a perder tempo com coisas que não valem a pena, mas também tenho medo de avançar.
Acho que preciso de mudar. Não eu, mas a minha vida. Mas a mudança assusta... e se depois não gostar e não puder voltar atrás?
Estou a habituar-me a ser magoada e isso não é bom.
quarta-feira, 31 de março de 2010
Adoro dormir,
mas sabe tão bem acordar cedo com o teu olá, comer os meus cereais antes das dez, enquanto se trocam mensagens sem sentido nenhum (só mesmo nós nos percebemos), e aproveitar o resto da manhã para fazer o que quiser.
Agora acho que vou dedicar a minha tarde ao estudo, que também merece a minha atenção e anda a sentir-se um pouco abandonado.
mas sabe tão bem acordar cedo com o teu olá, comer os meus cereais antes das dez, enquanto se trocam mensagens sem sentido nenhum (só mesmo nós nos percebemos), e aproveitar o resto da manhã para fazer o que quiser.
Agora acho que vou dedicar a minha tarde ao estudo, que também merece a minha atenção e anda a sentir-se um pouco abandonado.
segunda-feira, 29 de março de 2010
quarta-feira, 24 de março de 2010
quarta-feira, 17 de março de 2010
Há momentos na vida em que sentimos tanto
a falta de alguém que o que mais queremos
é tirar esta pessoa de nossos sonhos
e abraçá-la.
Sonhe com aquilo que você quiser.
Seja o que você quer ser,
porque você possui apenas uma vida
e nela só se tem uma chance
de fazer aquilo que se quer.
Tenha felicidade bastante para fazê-la doce.
Dificuldades para fazê-la forte.
Tristeza para fazê-la humana.
E esperança suficiente para fazê-la feliz.
As pessoas mais felizes
não têm as melhores coisas.
Elas sabem fazer o melhor
das oportunidades que aparecem
em seus caminhos.
A felicidade aparece para aqueles que choram.
Para aqueles que se machucam.
Para aqueles que buscam e tentam sempre.
E para aqueles que reconhecem
a importância das pessoas que passam por suas vidas.
O futuro mais brilhante
é baseado num passado intensamente vivido.
Você só terá sucesso na vida
quando perdoar os erros
e as decepções do passado.
A vida é curta, mas as emoções que podemos deixar
duram uma eternidade.
A vida não é de se brincar
porque um belo dia se morre.
Clarice Lispector
a falta de alguém que o que mais queremos
é tirar esta pessoa de nossos sonhos
e abraçá-la.
Sonhe com aquilo que você quiser.
Seja o que você quer ser,
porque você possui apenas uma vida
e nela só se tem uma chance
de fazer aquilo que se quer.
Tenha felicidade bastante para fazê-la doce.
Dificuldades para fazê-la forte.
Tristeza para fazê-la humana.
E esperança suficiente para fazê-la feliz.
As pessoas mais felizes
não têm as melhores coisas.
Elas sabem fazer o melhor
das oportunidades que aparecem
em seus caminhos.
A felicidade aparece para aqueles que choram.
Para aqueles que se machucam.
Para aqueles que buscam e tentam sempre.
E para aqueles que reconhecem
a importância das pessoas que passam por suas vidas.
O futuro mais brilhante
é baseado num passado intensamente vivido.
Você só terá sucesso na vida
quando perdoar os erros
e as decepções do passado.
A vida é curta, mas as emoções que podemos deixar
duram uma eternidade.
A vida não é de se brincar
porque um belo dia se morre.
Clarice Lispector
segunda-feira, 15 de março de 2010
Estaria a mentir se dissesse que não me fazes feliz. Nunca ninguém me fez tão feliz como tu. Mas a tua felicidade é de uma marca estranha. Vem numas embalagens pequeninas e muito frágeis. Quando as abro esqueço-me de todos os outros bocadinhos da minha vida em que, sem teres sequer reparado, me ofereceste embalagens vazias e escuras. Ou finjo esquecer. (Preciso de fingir.) Mas elas têm uma duração demasiado pequena, apesar da qualidade do conteúdo.
E eu só queria adormecer a pensar que amanhã vai estar tudo bem. Queria que as despedidas não me deixassem com um nó na garganta. Queria que o teu abraço não me fizesse sentir que preciso de te agarrar com muita força para não te deixar fugir.
No fundo, eu só queria uma embalagem de felicidade de longa duração... e cada vez mais temo nunca vir a recebê-la das tuas mãos.
E eu só queria adormecer a pensar que amanhã vai estar tudo bem. Queria que as despedidas não me deixassem com um nó na garganta. Queria que o teu abraço não me fizesse sentir que preciso de te agarrar com muita força para não te deixar fugir.
No fundo, eu só queria uma embalagem de felicidade de longa duração... e cada vez mais temo nunca vir a recebê-la das tuas mãos.
domingo, 14 de março de 2010
sábado, 13 de março de 2010
sábado, 6 de março de 2010
domingo, 28 de fevereiro de 2010
segunda-feira, 15 de fevereiro de 2010
domingo, 14 de fevereiro de 2010
sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010
quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010
Agora tenho medo. Medo de tudo. Medo de perder. Medo de ganhar. Medo de que tudo fique como está. Medo de te encontrar. Medo de não te encontrar. Medo de esquecer. Medo de fracassar. Tenho medo até de mim.
Mas, por vezes, sinto-me estranhamente em paz; como se tivesse sido dona da inspiração/expiração mais forte do mundo. No fundo, quase que fui.
(Cumpri a minha parte)
Mas, por vezes, sinto-me estranhamente em paz; como se tivesse sido dona da inspiração/expiração mais forte do mundo. No fundo, quase que fui.
(Cumpri a minha parte)
segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010
sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010
Às vezes olho para o mundo - olho a sério, como quem está a ver - e apercebo-me de que ele destrói todas as coisas bonitas em que acredito. Eu gosto de acreditar em coisas bonitas e não quero ser de outra maneira, mas é tão difícil não estar sempre a acordar para a realidade... Provavelmente é por isso que vejo o meu mundo perfeito nas crianças. No fundo, elas podem ter o mundo que querem, e nós só temos mesmo de fazer os possíveis para que isso se mantenha assim.
Ainda bem que escolhi querer ser criança para sempre!
segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010
sexta-feira, 29 de janeiro de 2010
quarta-feira, 27 de janeiro de 2010
domingo, 24 de janeiro de 2010
quarta-feira, 20 de janeiro de 2010
Se eu tivesse super poderes,
voava e saltava de nuvem em nuvem.
Se eu tivesse super poderes,
aprendia a estalar os dedos para teletransportar-me para onde eu quero.
Se eu tivesse super poderes,
nunca mais dormia, para poder aproveitar mais umas horas da minha vida.
Se eu tivesse super poderes,
mandava no meu coração e nas escolhas que ele faz.
Se eu tivesse super poderes,
teria parado o tempo naquele momento.
Se eu tivesse super poderes,
voltava a ser criança.
Mas eu não tenho super poderes.
voava e saltava de nuvem em nuvem.
Se eu tivesse super poderes,
aprendia a estalar os dedos para teletransportar-me para onde eu quero.
Se eu tivesse super poderes,
nunca mais dormia, para poder aproveitar mais umas horas da minha vida.
Se eu tivesse super poderes,
mandava no meu coração e nas escolhas que ele faz.
Se eu tivesse super poderes,
teria parado o tempo naquele momento.
Se eu tivesse super poderes,
voltava a ser criança.
Mas eu não tenho super poderes.
terça-feira, 19 de janeiro de 2010
segunda-feira, 18 de janeiro de 2010
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