sábado, 22 de maio de 2010

Estamos constantemente a fazer as mesmas coisas. Acordamos na mesma cama, tomamos banho na mesma banheira, usamos a mesma escova de dentes, os mesmos cremes, os mesmos perfumes.... saímos pela mesma porta e vamos dar à mesma rua. Entramos no mesmo autocarro e saímos na paragem de sempre. A nossa vida, por mais imprevisível que seja, tem sempre uma rotina.
Mesmo assim, quando hoje, ao fim da tarde, passei pela mesma rua de sempre pus-me a pensar. Já vi aquelas montras e pisei aquele chão centenas de vezes. Mas, em cada uma dessas vezes, eu era uma pessoa diferente. Em algumas das vezes estava feliz, nas outras poderia até estar triste. Habitualmente estava com pressa, mas muitas vezes poderia até estar a desfrutar e a passear lentamente. Sei que muitas das vezes me perdi a imaginar(-me) mil e uma coisas. Sei até que naquela rua já me senti a pessoa mais feliz do mundo; no mesmo sitio onde também já me apeteceu chorar.
A verdade é que cada momento da nossa vida, por mais insignificante que seja, é irrepetível. E pensar assim dá-me uma vontade ainda maior de ser feliz todos os dias.

domingo, 16 de maio de 2010

Se eu hoje arranjar concentração para estudar vou ser feliz. É mesmo só isso que me falta... estou quase completinha!

"apetece dizer tanta coisa estúpida agora"

sexta-feira, 14 de maio de 2010

"and isn't it ironic?" :)

quinta-feira, 6 de maio de 2010

Eu juro que a minha vida era um óptimo argumento para um filme.
Dá até vontade de rir.




E sim, eu quero um final feliz.


(hoje vou fechar os olhos e pensar que vou acabar no lugar certo)

quarta-feira, 28 de abril de 2010

Descobri que é possível amar e odiar uma pessoa ao mesmo tempo.

Estamos sempre a aprender.

quinta-feira, 22 de abril de 2010

Daniela encontra-se em estado depressivo e a entrar em pânico.
Se eu adormecer durante uma semana os trabalhos e os testes aparecem feitos?

segunda-feira, 19 de abril de 2010

«Diz-me que vais guardar e abraçar
tudo o que eu te dei

Mesmo que a vida mude os nossos sentidos
e o mundo nos leve pra longe de nós
e que um dia o tempo pareça perdido
e tudo se desfaça num gesto só

Eu vou guardar cada lugar teu
ancorado em cada lugar meu
e hoje apenas isso me faz acreditar
que
eu vou chegar contigo
onde só chega quem não tem medo de naufragar
»

domingo, 11 de abril de 2010

(Próxima paragem: Cête)

Mais um fim de tarde contigo. Olho para ti muitas vezes. Não porque haja algo de errado com a tua cara. (Na verdade, gosto de cada milímetro quadrado dela.) Olho-te com medo de que um dia desapareças. Fixo-te e tento absorver cada traço teu, cada pormenor. E desejo estender a minha mão e tocar-te. Mas raramente o faço. Não me pertences, e eu não percebo porquê. Logo eu que sempre sonhei com o meu mundinho simples e bonito… até ao dia em que apareceste e me viraste ao contrário. Será que te apercebes de tudo o que passa na minha cabeça quando sorris? Será que sabes que ouvir a tua gargalhada me faz feliz? (Pena que não estejas sempre a rir…)

Todas as parvoíces que inventámos e fizemos juntos… não sei se consigo imaginar-me sem elas agora. Provavelmente desapareceria metade daquilo que eu sou. Assustador, não é? Penso muitas vezes em quem seria eu se nunca nos tivéssemos cruzado. Ou se fosses simplesmente uma pessoa a quem eu diria «bom dia» ou «boa tarde» ocasionalmente. Sei que não sentiria a tua falta, pois só se sente falta daquilo que temos ou já tivemos. Será que te tenho como quero? Não, nem de longe. A esta pergunta ainda sei responder. Será que alguma vez serás aquilo que imagino todos os dias? Cada vez mais acredito que não. E cada vez mais penso que um dia vou acabar por desistir, apesar da falta de coragem que sempre tive para o fazer. Mas eu não sou de ferro e um dia vou cansar-me de suspirar por ti.

Não te percebo. E isso é o que mais me incomoda. Tento convencer-me de que tu tens boas razões para fazeres isto comigo. Repito-o várias vezes na minha cabeça para não me ir esquecendo à medida que o dia vai passando. Mas há sempre o dia em que acordo atrasada e me esqueço de relembrar isso logo de manhã. E depois é tarde demais, quando dou por mim já estou a dizer que te odeio. (Apesar de ter consciência de que me é impossível odiar-te.) Fico irritada e com vontade de chorar. Magoo-me mais um bocadinho. (Nada a que não esteja habituada.) Junto mais umas lágrimas à colecção e sigo em frente. Tenho de seguir… não sei ser uma pessoa triste. Nem sei se tenho o direito de o ser, com tanta coisa boa que tenho na minha vida.

Tens medo daquilo que poderia dar-te? Sempre que me aproximo demasiado, sinto que te assustas e foges de mim. Como se houvesse entre nós uma «distância de segurança». Se pelo menos soubesses o quanto eu gostava que ultrapassasses essa distância e chocasses contra mim. Mas será que não sabes mesmo? Por que é que só para ti é que isto tudo não parece óbvio? Por que é que finges que não reparas na minha cara sempre que me abraças? Não percebes que quero ficar agarrada a ti?

quinta-feira, 8 de abril de 2010

Os dias passam e eu não consigo acompanhar o ritmo do mundo como queria. Mas arranjo sempre tempo para encontrar estas coisas e deprimir. Enfim.

sábado, 3 de abril de 2010

Eu nem sei o que pensar, o que sentir, o que fazer. Tenho a cabeça a andar à roda. Ela diz que eu não era assim, que estou diferente. Não percebo porquê, não queria mudar nada em mim. Mas talvez seja verdade.
Está tudo tão confuso dentro de mim. Não sei para que lado quero ir. Tenho medo de estar a perder tempo com coisas que não valem a pena, mas também tenho medo de avançar.
Acho que preciso de mudar. Não eu, mas a minha vida. Mas a mudança assusta... e se depois não gostar e não puder voltar atrás?

Estou a habituar-me a ser magoada e isso não é bom.

quarta-feira, 31 de março de 2010

Adoro dormir,
mas sabe tão bem acordar cedo com o teu olá, comer os meus cereais antes das dez, enquanto se trocam mensagens sem sentido nenhum (só mesmo nós nos percebemos), e aproveitar o resto da manhã para fazer o que quiser.


Agora acho que vou dedicar a minha tarde ao estudo, que também merece a minha atenção e anda a sentir-se um pouco abandonado.

segunda-feira, 29 de março de 2010

E se eu estiver a sentir aquilo que não devo?
Que se lixe, quero ser feliz!

quarta-feira, 24 de março de 2010

É tal e qual como ela diz.


quarta-feira, 17 de março de 2010

Há momentos na vida em que sentimos tanto
a falta de alguém que o que mais queremos
é tirar esta pessoa de nossos sonhos
e abraçá-la.


Sonhe com aquilo que você quiser.
Seja o que você quer ser,
porque você possui apenas uma vida
e nela só se tem uma chance
de fazer aquilo que se quer.

Tenha felicidade bastante para fazê-la doce.
Dificuldades para fazê-la forte.
Tristeza para fazê-la humana.
E esperança suficiente para fazê-la feliz.

As pessoas mais felizes
não têm as melhores coisas.
Elas sabem fazer o melhor
das oportunidades que aparecem
em seus caminhos.

A felicidade aparece para aqueles que choram.
Para aqueles que se machucam.
Para aqueles que buscam e tentam sempre.
E para aqueles que reconhecem
a importância das pessoas que passam por suas vidas.

O futuro mais brilhante
é baseado num passado intensamente vivido.
Você só terá sucesso na vida
quando perdoar os erros
e as decepções do passado.

A vida é curta, mas as emoções que podemos deixar
duram uma eternidade.
A vida não é de se brincar
porque um belo dia se morre.

Clarice Lispector
Porque quem ama nunca sabe o que ama
Nem sabe porque ama, nem o que é amar


Amar é a eterna inocência,
E a única inocência é não pensar


Fernando Pessoa

segunda-feira, 15 de março de 2010

Estaria a mentir se dissesse que não me fazes feliz. Nunca ninguém me fez tão feliz como tu. Mas a tua felicidade é de uma marca estranha. Vem numas embalagens pequeninas e muito frágeis. Quando as abro esqueço-me de todos os outros bocadinhos da minha vida em que, sem teres sequer reparado, me ofereceste embalagens vazias e escuras. Ou finjo esquecer. (Preciso de fingir.) Mas elas têm uma duração demasiado pequena, apesar da qualidade do conteúdo.
E eu só queria adormecer a pensar que amanhã vai estar tudo bem. Queria que as despedidas não me deixassem com um nó na garganta. Queria que o teu abraço não me fizesse sentir que preciso de te agarrar com muita força para não te deixar fugir.
No fundo, eu só queria uma embalagem de felicidade de longa duração... e cada vez mais temo nunca vir a recebê-la das tuas mãos.

domingo, 14 de março de 2010

Quando me vires passar na rua e não perceberes porque não podes abraçar-me, olha para trás e ri-te.
Ri-te,
porque será tarde demais para chorar e eu só quero que sejas feliz.
Amanhã recomeça tudo mais uma vez. Mais uma semana. Mais acordar cedo. Mais aulas. Mais rotina. Mais jantares tardios e conversas prolongadas.
E mais o quê?
Preciso de não ter tempo para pensar!
Acho que vou dedicar-me seriamente ao estudo durante uns dias.

sábado, 13 de março de 2010

Estupidamente,
apetece-me ficar doente e não sair da cama durante uns dias.

sábado, 6 de março de 2010

Ups, tropecei outra vez!