Descobri que é possível amar e odiar uma pessoa ao mesmo tempo.
Estamos sempre a aprender.
quarta-feira, 28 de abril de 2010
quinta-feira, 22 de abril de 2010
segunda-feira, 19 de abril de 2010
«Diz-me que vais guardar e abraçar
tudo o que eu te dei
Mesmo que a vida mude os nossos sentidos
e o mundo nos leve pra longe de nós
e que um dia o tempo pareça perdido
e tudo se desfaça num gesto só
Eu vou guardar cada lugar teu
ancorado em cada lugar meu
e hoje apenas isso me faz acreditar
que eu vou chegar contigo
onde só chega quem não tem medo de naufragar»
tudo o que eu te dei
Mesmo que a vida mude os nossos sentidos
e o mundo nos leve pra longe de nós
e que um dia o tempo pareça perdido
e tudo se desfaça num gesto só
Eu vou guardar cada lugar teu
ancorado em cada lugar meu
e hoje apenas isso me faz acreditar
que eu vou chegar contigo
onde só chega quem não tem medo de naufragar»
domingo, 11 de abril de 2010
(Próxima paragem: Cête)
Mais um fim de tarde contigo. Olho para ti muitas vezes. Não porque haja algo de errado com a tua cara. (Na verdade, gosto de cada milímetro quadrado dela.) Olho-te com medo de que um dia desapareças. Fixo-te e tento absorver cada traço teu, cada pormenor. E desejo estender a minha mão e tocar-te. Mas raramente o faço. Não me pertences, e eu não percebo porquê. Logo eu que sempre sonhei com o meu mundinho simples e bonito… até ao dia em que apareceste e me viraste ao contrário. Será que te apercebes de tudo o que passa na minha cabeça quando sorris? Será que sabes que ouvir a tua gargalhada me faz feliz? (Pena que não estejas sempre a rir…)
Todas as parvoíces que inventámos e fizemos juntos… não sei se consigo imaginar-me sem elas agora. Provavelmente desapareceria metade daquilo que eu sou. Assustador, não é? Penso muitas vezes em quem seria eu se nunca nos tivéssemos cruzado. Ou se fosses simplesmente uma pessoa a quem eu diria «bom dia» ou «boa tarde» ocasionalmente. Sei que não sentiria a tua falta, pois só se sente falta daquilo que temos ou já tivemos. Será que te tenho como quero? Não, nem de longe. A esta pergunta ainda sei responder. Será que alguma vez serás aquilo que imagino todos os dias? Cada vez mais acredito que não. E cada vez mais penso que um dia vou acabar por desistir, apesar da falta de coragem que sempre tive para o fazer. Mas eu não sou de ferro e um dia vou cansar-me de suspirar por ti.
Mais um fim de tarde contigo. Olho para ti muitas vezes. Não porque haja algo de errado com a tua cara. (Na verdade, gosto de cada milímetro quadrado dela.) Olho-te com medo de que um dia desapareças. Fixo-te e tento absorver cada traço teu, cada pormenor. E desejo estender a minha mão e tocar-te. Mas raramente o faço. Não me pertences, e eu não percebo porquê. Logo eu que sempre sonhei com o meu mundinho simples e bonito… até ao dia em que apareceste e me viraste ao contrário. Será que te apercebes de tudo o que passa na minha cabeça quando sorris? Será que sabes que ouvir a tua gargalhada me faz feliz? (Pena que não estejas sempre a rir…)
Todas as parvoíces que inventámos e fizemos juntos… não sei se consigo imaginar-me sem elas agora. Provavelmente desapareceria metade daquilo que eu sou. Assustador, não é? Penso muitas vezes em quem seria eu se nunca nos tivéssemos cruzado. Ou se fosses simplesmente uma pessoa a quem eu diria «bom dia» ou «boa tarde» ocasionalmente. Sei que não sentiria a tua falta, pois só se sente falta daquilo que temos ou já tivemos. Será que te tenho como quero? Não, nem de longe. A esta pergunta ainda sei responder. Será que alguma vez serás aquilo que imagino todos os dias? Cada vez mais acredito que não. E cada vez mais penso que um dia vou acabar por desistir, apesar da falta de coragem que sempre tive para o fazer. Mas eu não sou de ferro e um dia vou cansar-me de suspirar por ti.
Não te percebo. E isso é o que mais me incomoda. Tento convencer-me de que tu tens boas razões para fazeres isto comigo. Repito-o várias vezes na minha cabeça para não me ir esquecendo à medida que o dia vai passando. Mas há sempre o dia em que acordo atrasada e me esqueço de relembrar isso logo de manhã. E depois é tarde demais, quando dou por mim já estou a dizer que te odeio. (Apesar de ter consciência de que me é impossível odiar-te.) Fico irritada e com vontade de chorar. Magoo-me mais um bocadinho. (Nada a que não esteja habituada.) Junto mais umas lágrimas à colecção e sigo em frente. Tenho de seguir… não sei ser uma pessoa triste. Nem sei se tenho o direito de o ser, com tanta coisa boa que tenho na minha vida.
Tens medo daquilo que poderia dar-te? Sempre que me aproximo demasiado, sinto que te assustas e foges de mim. Como se houvesse entre nós uma «distância de segurança». Se pelo menos soubesses o quanto eu gostava que ultrapassasses essa distância e chocasses contra mim. Mas será que não sabes mesmo? Por que é que só para ti é que isto tudo não parece óbvio? Por que é que finges que não reparas na minha cara sempre que me abraças? Não percebes que quero ficar agarrada a ti?
quinta-feira, 8 de abril de 2010
sábado, 3 de abril de 2010
Eu nem sei o que pensar, o que sentir, o que fazer. Tenho a cabeça a andar à roda. Ela diz que eu não era assim, que estou diferente. Não percebo porquê, não queria mudar nada em mim. Mas talvez seja verdade.
Está tudo tão confuso dentro de mim. Não sei para que lado quero ir. Tenho medo de estar a perder tempo com coisas que não valem a pena, mas também tenho medo de avançar.
Acho que preciso de mudar. Não eu, mas a minha vida. Mas a mudança assusta... e se depois não gostar e não puder voltar atrás?
Estou a habituar-me a ser magoada e isso não é bom.
quarta-feira, 31 de março de 2010
Adoro dormir,
mas sabe tão bem acordar cedo com o teu olá, comer os meus cereais antes das dez, enquanto se trocam mensagens sem sentido nenhum (só mesmo nós nos percebemos), e aproveitar o resto da manhã para fazer o que quiser.
Agora acho que vou dedicar a minha tarde ao estudo, que também merece a minha atenção e anda a sentir-se um pouco abandonado.
mas sabe tão bem acordar cedo com o teu olá, comer os meus cereais antes das dez, enquanto se trocam mensagens sem sentido nenhum (só mesmo nós nos percebemos), e aproveitar o resto da manhã para fazer o que quiser.
Agora acho que vou dedicar a minha tarde ao estudo, que também merece a minha atenção e anda a sentir-se um pouco abandonado.
segunda-feira, 29 de março de 2010
quarta-feira, 24 de março de 2010
quarta-feira, 17 de março de 2010
Há momentos na vida em que sentimos tanto
a falta de alguém que o que mais queremos
é tirar esta pessoa de nossos sonhos
e abraçá-la.
Sonhe com aquilo que você quiser.
Seja o que você quer ser,
porque você possui apenas uma vida
e nela só se tem uma chance
de fazer aquilo que se quer.
Tenha felicidade bastante para fazê-la doce.
Dificuldades para fazê-la forte.
Tristeza para fazê-la humana.
E esperança suficiente para fazê-la feliz.
As pessoas mais felizes
não têm as melhores coisas.
Elas sabem fazer o melhor
das oportunidades que aparecem
em seus caminhos.
A felicidade aparece para aqueles que choram.
Para aqueles que se machucam.
Para aqueles que buscam e tentam sempre.
E para aqueles que reconhecem
a importância das pessoas que passam por suas vidas.
O futuro mais brilhante
é baseado num passado intensamente vivido.
Você só terá sucesso na vida
quando perdoar os erros
e as decepções do passado.
A vida é curta, mas as emoções que podemos deixar
duram uma eternidade.
A vida não é de se brincar
porque um belo dia se morre.
Clarice Lispector
a falta de alguém que o que mais queremos
é tirar esta pessoa de nossos sonhos
e abraçá-la.
Sonhe com aquilo que você quiser.
Seja o que você quer ser,
porque você possui apenas uma vida
e nela só se tem uma chance
de fazer aquilo que se quer.
Tenha felicidade bastante para fazê-la doce.
Dificuldades para fazê-la forte.
Tristeza para fazê-la humana.
E esperança suficiente para fazê-la feliz.
As pessoas mais felizes
não têm as melhores coisas.
Elas sabem fazer o melhor
das oportunidades que aparecem
em seus caminhos.
A felicidade aparece para aqueles que choram.
Para aqueles que se machucam.
Para aqueles que buscam e tentam sempre.
E para aqueles que reconhecem
a importância das pessoas que passam por suas vidas.
O futuro mais brilhante
é baseado num passado intensamente vivido.
Você só terá sucesso na vida
quando perdoar os erros
e as decepções do passado.
A vida é curta, mas as emoções que podemos deixar
duram uma eternidade.
A vida não é de se brincar
porque um belo dia se morre.
Clarice Lispector
segunda-feira, 15 de março de 2010
Estaria a mentir se dissesse que não me fazes feliz. Nunca ninguém me fez tão feliz como tu. Mas a tua felicidade é de uma marca estranha. Vem numas embalagens pequeninas e muito frágeis. Quando as abro esqueço-me de todos os outros bocadinhos da minha vida em que, sem teres sequer reparado, me ofereceste embalagens vazias e escuras. Ou finjo esquecer. (Preciso de fingir.) Mas elas têm uma duração demasiado pequena, apesar da qualidade do conteúdo.
E eu só queria adormecer a pensar que amanhã vai estar tudo bem. Queria que as despedidas não me deixassem com um nó na garganta. Queria que o teu abraço não me fizesse sentir que preciso de te agarrar com muita força para não te deixar fugir.
No fundo, eu só queria uma embalagem de felicidade de longa duração... e cada vez mais temo nunca vir a recebê-la das tuas mãos.
E eu só queria adormecer a pensar que amanhã vai estar tudo bem. Queria que as despedidas não me deixassem com um nó na garganta. Queria que o teu abraço não me fizesse sentir que preciso de te agarrar com muita força para não te deixar fugir.
No fundo, eu só queria uma embalagem de felicidade de longa duração... e cada vez mais temo nunca vir a recebê-la das tuas mãos.
domingo, 14 de março de 2010
sábado, 13 de março de 2010
sábado, 6 de março de 2010
domingo, 28 de fevereiro de 2010
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