quinta-feira, 22 de julho de 2010
às vezes as palavras de uma outra pessoa são como que um botão que faz rewind em toda a nossa vida. mesmo que essa pessoa não se aperceba do que fez, simplesmente por não saber que um pedaço da vida dela era tão idêntico com a nossa. com a minha, neste caso.
«« fiz rewind
fui assaltada por uma mistura estranha de coisas boas e más. e, de repente, lembrei-me de uma frase de uma amiga, mais ou menos há um ano atrás, que me disse que o melhor ano da minha vida iria acontecer quando tivesse vinte. acho que hoje posso dizer-lhe que tinha razão.
By the way, a Madeira é linda.
:)
«« fiz rewind
fui assaltada por uma mistura estranha de coisas boas e más. e, de repente, lembrei-me de uma frase de uma amiga, mais ou menos há um ano atrás, que me disse que o melhor ano da minha vida iria acontecer quando tivesse vinte. acho que hoje posso dizer-lhe que tinha razão.
By the way, a Madeira é linda.
:)
sexta-feira, 16 de julho de 2010
quarta-feira, 14 de julho de 2010
Irónico, irónico é quando chegamos onde queremos e depois, em vez de festejar, entramos em pânico com medo que tudo desabe.
O ser humano é, de facto, uma criatura estranha. Não está bem nem quando está bem. Fica assustado, em vez de aproveitar, e só se dá conta disso quando deixou de ter motivos para estar bem.
Vou chamar-lhe desperdício de felicidade. E aproveito para dizer que sou feliz e não pretendo desperdiçar nada.
O ser humano é, de facto, uma criatura estranha. Não está bem nem quando está bem. Fica assustado, em vez de aproveitar, e só se dá conta disso quando deixou de ter motivos para estar bem.
Vou chamar-lhe desperdício de felicidade. E aproveito para dizer que sou feliz e não pretendo desperdiçar nada.
sábado, 3 de julho de 2010
domingo, 27 de junho de 2010
Existem duas maneiras possíveis, para mim, de guardar certas coisas na nossa vida: dentro de nós ou de uma maneira mais visível e palpável. O quero dizer com isto é simples, podemos guardar palavras bonitas na nossa memória, ou podemos escrevê-las num papel; podemos recordar um momento quando fechamos os olhos e tentamos recuar no tempo, ou podemos olhar para uma fotografia. (Eu sou a favor de fazer as duas coisas simultaneamente)
Os papéis ou fotografias... usamo-los como provas da existência de algo. Não tenho nada contra eles, muito pelo contrário, mas estou a escrever isto porque hoje fiz uma descoberta bonita.
Quando comecei a remexer em tudo o que estava no quarto olhei para os objectos e apercebi-me de que alguns descrevem coisas que já não existem dentro de mim, enquanto outros não precisariam de existir para eu ter a certeza da existência daquilo que descrevem. E por que é que isto é bonito? Não sei, mas eu gosto.
Portanto, vou arrumar de vez aquilo que já não existe verdadeiramente; não quero iludir ninguém com aparências.
sábado, 26 de junho de 2010
Sempre me pareceu estranha a sensação de olhar para um trabalho acabado de imprimir. São horas e horas da nossa vida condensadas em meia dúzia de páginas. (Isto deve ser o mesmo tipo de sensação que um cantor tem depois de acabar de gravar um disco.)
Anyway... à medida que os trabalhos e exames vão passando eu fico um pouquinho menos sufocada. É uma contagem decrescente lenta, mas que acaba por passar.
Já faltou mais para o verão ser verdadeiramente verão! :)
Anyway... à medida que os trabalhos e exames vão passando eu fico um pouquinho menos sufocada. É uma contagem decrescente lenta, mas que acaba por passar.
Já faltou mais para o verão ser verdadeiramente verão! :)
sexta-feira, 25 de junho de 2010
domingo, 20 de junho de 2010
Não gosto dos domingos. Na maior parte das vezes não me servem para nada. Especialmente nesta altura do ano. Raramente saio de casa. Penso sempre que se tenho de estudar (e tenho mesmo muito!), então não posso sair. O problema é que os domingos nunca são favoráveis ao estudo. Durmo até à hora do almoço e fico ainda mais preguiçosa. Acabo por pegar nos livros, mas no segundo parágrafo já estou a olhar para o relógio e a pensar que nunca mais chega a hora de lanchar, só para me levantar um bocadinho. Levanto-me, lancho antes de ter fome e demoro anos a voltar a sentar-me. No final do dia começo a ficar com peso na consciência, porque, mais uma vez, desperdicei um domingo inteiro a não fazer nada de útil.
sexta-feira, 18 de junho de 2010
É bom ver como algumas das coisas continuam iguais e no mesmo lugar, mesmo depois de tanto tempo.
Hoje vi Penafiel com a luz da manhã.
Hoje olhei para o caminho que fazia a pé todos os dias.
Hoje tive saudades de ter 16 anos e de estudar Biologia.
Mas hoje não estudei Biologia. Nem Matemática ou Química. Hoje sentei-me naquelas mesmas mesas e tirei da mochila os meus apontamentos que diziam Línguistica de Texto.
Hoje vi Penafiel com a luz da manhã.
Hoje olhei para o caminho que fazia a pé todos os dias.
Hoje tive saudades de ter 16 anos e de estudar Biologia.
Mas hoje não estudei Biologia. Nem Matemática ou Química. Hoje sentei-me naquelas mesmas mesas e tirei da mochila os meus apontamentos que diziam Línguistica de Texto.
quarta-feira, 16 de junho de 2010
domingo, 13 de junho de 2010
quinta-feira, 10 de junho de 2010
A Joana acha que hoje o Pedro está triste.
A Joana acha que hoje a Daniela está com TPM (para os menos entendidos, Tensão Pré Menstrual).
No entanto, a Joana tem sérias dificuldades em definir como é que ela própria está...
A Daniela não sabe por que é que este blog lhe pertence e, no entanto, esta mensagem foi escrita pela Joana.
A Daniela acha que vai estudar.
A Joana acha que hoje a Daniela está com TPM (para os menos entendidos, Tensão Pré Menstrual).
No entanto, a Joana tem sérias dificuldades em definir como é que ela própria está...
A Daniela não sabe por que é que este blog lhe pertence e, no entanto, esta mensagem foi escrita pela Joana.
A Daniela acha que vai estudar.
sábado, 5 de junho de 2010
terça-feira, 1 de junho de 2010
A minha vida é mais ou menos como a minha estante de livros.
Quando começo a preencher as diferentes prateleiras tenho cuidado para deixar tudo organizado no sítio, mas pouco tempo depois acabo por me deixar ir pela minha tendência para ser desleixada e fica tudo uma confusão. Normalmente, a solução que arranjo passa por pegar em toda a "tralha", juntá-la e pô-la toda numa só prateleira. Acabo por disfarçar a desarrumação, mas aquele cantinho fica um caos.
Socorro, as aulas estão a acabar e a prateleira da minha vida correspondente ao estudo foi a vítima desta vez.
(espero que, desta vez, para conseguir arrumar esta não seja preciso estragar outra)
Quando começo a preencher as diferentes prateleiras tenho cuidado para deixar tudo organizado no sítio, mas pouco tempo depois acabo por me deixar ir pela minha tendência para ser desleixada e fica tudo uma confusão. Normalmente, a solução que arranjo passa por pegar em toda a "tralha", juntá-la e pô-la toda numa só prateleira. Acabo por disfarçar a desarrumação, mas aquele cantinho fica um caos.
Socorro, as aulas estão a acabar e a prateleira da minha vida correspondente ao estudo foi a vítima desta vez.
(espero que, desta vez, para conseguir arrumar esta não seja preciso estragar outra)
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